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Quando o obstáculo é o deslocamento, não o trabalho

Trabalho remoto com estrutura, acompanhamento e supervisão

Estrutura de teletrabalho para profissionais com deficiência, com acompanhamento do instituto — para a empresa contratar sem que o trajeto até o escritório seja o critério de corte.

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A barreira costuma estar no caminho, não na função

Muita candidatura termina antes da entrevista por causa do transporte, do prédio ou da distância. A função seria perfeitamente possível — o percurso até ela é que não é. O trabalho remoto derruba as duas barreiras de uma vez, desde que exista estrutura e acompanhamento de verdade.

Como funciona

  1. Análise da função

    O que dá para fazer à distância e o que não dá — sem forçar.

  2. Estrutura e acessibilidade

    O que a pessoa precisa para trabalhar bem de onde está.

  3. Integração com a equipe

    Remoto sem integração vira isolamento, e isolamento vira saída.

  4. Acompanhamento do instituto

    Com devolutiva periódica para a empresa.

O que está incluído

  • Análise de viabilidade da função

    Por escrito, com o que precisa mudar.

  • Orientação de acessibilidade digital

    Ferramentas e ajustes necessários.

  • Plano de integração

    Para a pessoa fazer parte da equipe, e não só constar nela.

  • Acompanhamento periódico

    Com relatório para a empresa.

Remoto não é sinônimo de sozinho

A diferença entre teletrabalho que funciona e teletrabalho que fracassa é o acompanhamento. Conte que funções você tem em mente.

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